Quiçá se nós não fossemos realmente escravos de ninguém. Mesmo para o ser mais independente, ainda lhe resta sua própria auforria, pois ainda assim estes são dependentes de seus próprios orgulhos, preceitos, opiniões e conceitos. Viver em sociedade implica em aceitar regras, leis, direitos e deveres, quando nos abstemos dele buscando uma forma de viver alternativa, automaticamente nos marginalizamos de todo o restante, lembrando que este restante não aceita, necessariamente, todas as regras do sistema, apenas preferem estar inseridos nele e poder gozar dos direitos, se sujeitando aos inúmeros deveres, do que ser visto como um sujeito alheio a sociedade. Obviamente que escravidão, depois que a Princesa Isabel assinou a lei Aurea em 1888, deixou de existir em seu sentido literal, mas no sentido figurado ela sempre existiu e pobre daquele que não se sujeitar a aceitar as regras.
Nenhum dia é igual ao outro, por isso quero expressar aquilo que sinto no dia. Doa a quem doer.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Não sou escravo de ninguém
Quiçá se nós não fossemos realmente escravos de ninguém. Mesmo para o ser mais independente, ainda lhe resta sua própria auforria, pois ainda assim estes são dependentes de seus próprios orgulhos, preceitos, opiniões e conceitos. Viver em sociedade implica em aceitar regras, leis, direitos e deveres, quando nos abstemos dele buscando uma forma de viver alternativa, automaticamente nos marginalizamos de todo o restante, lembrando que este restante não aceita, necessariamente, todas as regras do sistema, apenas preferem estar inseridos nele e poder gozar dos direitos, se sujeitando aos inúmeros deveres, do que ser visto como um sujeito alheio a sociedade. Obviamente que escravidão, depois que a Princesa Isabel assinou a lei Aurea em 1888, deixou de existir em seu sentido literal, mas no sentido figurado ela sempre existiu e pobre daquele que não se sujeitar a aceitar as regras.
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