quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Dia Longo


Véspera do dia de pagamento já foi mais atrativo pra mim. Bom, pelo menos eu pensava que era. Agora tudo voltou a ser tranquilo e não há mais necessidades de 'sangria desatada'. Ufa! Cada vez mais busco a plenitude em minha santa paz e harmonia. Talvez o termo paz espiritual seja considerado religioso pois envolve espirito, em minha concepção este termo pode ser comparado à satisfação do superego ao prevalecer sobre o id, ou a felicidade de Ying sobre Yang, ou simplesmente a sensação de dever cumprido, sem méritos relatados, porém com poucos vacilos. A sensação de morar sozinho escurecia minha alma, me amendrotava, porém a experiência foi valida, depois me lembrei de que por muito tempo, sem perceber, eu morei sozinho e de vez em quando, recebia a visita do ser amado. O tempo lá fora chove, não chuva normal, lágrimas dos desgraçados que acham que são feliz, e choram hoje pra não rir amanhã. Sei que será a última noite que dormirei aqui, ou não, só sei que se chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu não vivi. Ainda bem, porque ultimamente minhas emoções tem sido muito intensas e isto tem encarecido o meu humilde custo de vida. Então voltemos a minha paz espiritual que fora composta por vários, VÁRIOS, ingredientes, entre eles, chá de sabor sub-zero, de sabor presunto, de sabor pão, de sabor leite com chocolate, de sabor bolachinhas salgada, chá de guaraná antártica, etc, etc. Acho que não será necessário me enterrar, talvez eu exploda. Amanhã? Talvez eu durma na casa de alguém que nem deve conhecer este blog, mas enfim, o importante são meus sentimentos. Hoje? Um banho, pode ser morno ou quente, menos frio. Quero ver fumaça pular, fumaça com guaraná! (Ou seria pipoca?)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tropeços do caminho


"O justo pode cair sete vezes, mas sete vezes se levantará" Romanos 5:20


Acredito que justiça anda passando bem longe dos meus atos ou senão já estou quase estourando a cota. Conforme postado anteriormente, chegou a hora do recomeço, de zerar o marcador do carro e começar nova estrada, enterrar as más lembranças do passado e seguir, através da ajuda de um e outro anjo, é possível amenizar o sofrimento do recomeço. O trauma anterior ainda não foi deixado de lado completamente, por isso o momento é de fragilidade. Erros? Sim, claro. Continuo errando, quem não erra. Mas tento fazê-los de tal forma onde o único a se prejudicar seja eu, porém quando os valores se chocam, as aparências mudam e passamos a ser julgados por aquilo que temos e não pelo que somos.

Com todo respeito ao versículo bíblico mencionado, há momentos em que, ou eu deixo de pensar que sou justo ou simplesmente eu já caí oito vezes.

Obviamente que minha missão aqui não seja a de mudar pessoas ou embutir meus valores, tudo que sou hoje é fruto de uma infância repleta de insights onde poucos tiveram a oportunidade de saber, e a relevância que dou aos assuntos, nem sempre será igual a daquele que, felizmente, não passou pelas mesmas experiências. Claro que por ser minha forma de viver, eu a posso considerar a melhor pra mim, pois deixo de sofrer por situações levianas e busco compreender as atitudes alheia antes de julga-las. Mas isso, é só a minha forma de viver.

Mais uma vez irei buscar forças nos lugares mais recônditos, quiçá eu a encontre e consiga levantar mais uma vez. No momento, me despeço daqui do chão.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Não sou escravo de ninguém

Quiçá se nós não fossemos realmente escravos de ninguém. Mesmo para o ser mais independente, ainda lhe resta sua própria auforria, pois ainda assim estes são dependentes de seus próprios orgulhos, preceitos, opiniões e conceitos. Viver em sociedade implica em aceitar regras, leis, direitos e deveres, quando nos abstemos dele buscando uma forma de viver alternativa, automaticamente nos marginalizamos de todo o restante, lembrando que este restante não aceita, necessariamente, todas as regras do sistema, apenas preferem estar inseridos nele e poder gozar dos direitos, se sujeitando aos inúmeros deveres, do que ser visto como um sujeito alheio a sociedade. Obviamente que escravidão, depois que a Princesa Isabel assinou a lei Aurea em 1888, deixou de existir em seu sentido literal, mas no sentido figurado ela sempre existiu e pobre daquele que não se sujeitar a aceitar as regras.