Eis a palavra mestre: ESCOLHAS. Diariamente somos cercados de escolhas,
renúncias, abdicações, sim ou não; uma infinidade de decisões que precisamos
tomar e que, depois de tomadas, podem alterar todo o contexto. Óbvio que cada
escolha é intrínseca ao SER que a escolheu, portanto sempre somos responsáveis
pelas nossas escolhas. No relacionamento, por exemplo, ele só se inicia porque
você escolheu o ser ao qual gostaria de se relacionar e, foi recíproco.
Fatalmente, nenhuma escolha é tomada isoladamente,
afinal, quando escolhemos algo, automaticamente, temos que aceitar diversas
ações que podem surgir dessa escolha. Voltando ao exemplo do relacionamento, às
vezes, há choques culturais, intelectuais, religiosos, esportivos, políticos, são
traçados diversos tipos de impasses, pertinentes à escolha anterior, que era se
relacionar.
Acredito que uma escolha comum entre todos, seja
a escolha de viver, deixando de lados os maníacos depressivos nível
"crew" que desejam a morte a qualquer custo, afinal, a vida é algo
indivisível, única, exclusiva, e o melhor, só nossa. Claro que a intenção
deste, não se trata de autoajuda, ou sim; porém faz se necessário a reflexão
sobre os fatos. Ao escolhermos, compulsoriamente, viver automaticamente somos
obrigados a fazer vários tipos de escolhas, desde a infância, e com o passar
dos anos, as escolhas se tornam ainda maiores, e mais responsáveis: trabalho,
família, estudos, amigos, amores; a cada escolha, uma renúncia. A cada escolha,
um novo desafio. A cada escolha, uma nova escolha. A cada nova escolha, uma
reflexão. A cada reflexão, uma nova escolha. O importante é que a escolha
inicial, viver, mantenha seu rumo. E eis que as novas escolhas surgem, e que é
mais importante: estar em paz consigo e com o universo !